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O Contraponto da Emoção

Munch & Klint

O poema pintado

Munch - O Grito (182kb)

O Grito

Só! o medo.

A mente ativa que sofre,

faz berrar para o infinito.

Só! o medo.

O corpo atingido que dói,

faz correr para o nada.

Só o medo.

O mundo estável que falta

Faz  fugir para chão nenhum

Só! o medo.

O divino não compreendido

Faz o céu com cores terríveis

Só o Medo.

Só a Fuga

Só o Grito

O Grito

(Texto de M. Ratton, publicado na França em 1938)

Edvard Munch foi um dos pintores Simbolistas mais importantes. Empregava as cores para demonstrar fortes emoções. Seus quadros refletiam a sua vida que foi amarga e desesperada e todo o seu trabalho mostra emoções negativas, terríveis, que são impressionantes e incomodam. Sua arte não é para os que gostam do bucólico e do suave. O Grito” é uma obra prima, onde as cores “uivam” e a alma é dissecada. Munch nasceu na Noruega em 1863 e morreu em 1944.

Klint - O Beijo (146kb)

O Beijo

Corpos díspares, suave proximidade.

Leveza sensual, extrema sensibilidade.

Os braços se entrelaçam em calma atmosfera.

Não há antes, não há depois. Não há uma, não há um.

Há só o Ser. Ser só um, Ser só dois.

A união das mentes em um momento único,

onde todo o material se dissolve.

Não há paredes, não há chão, não há céu, não há mundo.

As fronteiras atingem o inimaginável.

Só existem cores, no espaço agora criado para a paz.

O carinho da não fusão, o doce retraimento,

A certeza de não estar só,

no mágico encontro dos lábios.

(Texto de Little Saint, publicado em 1936 na Inglaterra)

Gustav Klint, O pintor da alma feminina. Dedicou-se às emoções positivas. A sensualidade, o amor e o erotismo sempre estiveram presentes em seu trabalho. Admirador da beleza das mulheres, tema à que recorreu em toda a sua obra, Klint logo caiu no gosto da aristocracia vienense, por causa da poesia facilmente perceptível na sua produção. No entanto, mesmo perante o sucesso, não foi um pintor acomodado, lutou contra a hipocrisia de sua época e foi um homem de vanguarda. As posições críticas e o enfrentamento dos burgueses acabaram por lhe tirar a vida calma que se anunciava, mas o colocaram na história da arte na admirável posição dos que são capazes de criar o novo. Klint nasceu na Austria em 1862 e morreu em 1918.



 

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